segunda-feira, 9 de novembro de 2020

IDFC - Curso online - ‘A Igreja Rede de Relações Fraternas’


O IDFC - Instituto Diocesano da Formação Cristã propõe o curso ‘A Igreja Rede de Relações Fraternas’, com o padre Fernando Domingues, provincial Comboniano, que vai decorrer via teleconferência (Zoom), às quartas-feiras, nos dias 18 e 25 de novembro e 2, 9 e 16 de dezembro, às 21h00. “Propomos dedicar cada sessão a uma das dimensões desta rede de relações: rede sinodal, universal, apostólica, profética, transformadora, ‘sacerdotal’, e finalmente, rede que tece redes de diálogo com outras religiões”, assinala a Escola de Leigos, que organiza a formação.

Patriarcado de Lisboa

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELOS SEMINÁRIOS

 

 
Paróquia de Ota

Vigília de Oração pelos Seminários

 

Inserida na Semana de Oração realizou-se hoje, dia 6 de novembro de 2020, com a participação e colaboração da Paróquia de Abrigada, uma Vigília de Oração pelos Seminários.

Para acesso ao vídeo integral clique: AQUI

 

JMJ Lisboa 2023: 'Click To Pray' e 'Passo-a-Rezar' propõem orações mensais de preparação para a JMJ

 

 

Jovens de todo o mundo desafiados a “envolverem-se no caminho de preparação” até à JMJ Lisboa 2023

Através da Rede Mundial de Oração do Papa, os jovens de todo o mundo vão ser desafiados, a partir deste mês de novembro, a “envolverem-se no caminho de preparação” até à JMJ Lisboa 2023, a partir de um “conjunto de propostas de oração mensais”, anunciou, hoje, o Comité Organizador Local (COL) da JMJ Lisboa 2023.
As meditações, disponibilizadas para os primeiros sábados de cada mês, através da plataforma ‘Passo a Rezar’, são “propostas pela organização da Jornada Mundial da Juventude e lidas por jovens portugueses”, revela um comunicado.
“A pensar nos jovens de todo o mundo, a equipa portuguesa do Click To Pray prepara ainda as propostas de oração da manhã e da tarde em todos os dias 23 de cada mês”, explica o COL da JMJ Lisboa 2023, referindo que as meditações “são inspiradas nas reflexões e discursos do Papa Francisco aos jovens, ao longo do pontificado, e traduzidas em todas as línguas da plataforma Click To Pray: português, espanhol, francês, inglês, italiano, alemão, chinês, vietnamita e japonês”. 

Esta iniciativa “resulta de uma parceria entre o Comité Organizador Local da JMJ Lisboa 2023 e a Rede Mundial de Oração do Papa, que gere as plataformas digitais Click To Pray (a aplicação oficial de oração do Papa Francisco) e Passo-a-Rezar (que propõe passos diários de oração através das redes sociais)”, explica a organização.

As propostas de oração são divulgadas através dos canais de comunicação e redes sociais da JMJ Lisboa 2023 e da Rede Mundial de Oração do Papa, a nível nacional (Passo-a-Rezar) e internacional (Click To Pray).

Patriarcado de Lisboa

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Em novembro, o Papa pede que avanços da inteligência artificial sejam "humanos”

 
 
NOTA: Se estiver a utilizar o seu TELEMÓVEL, o acesso ao VIDEO contido nesta página, apenas será possível, se seguir as instruções indicadas AQUI
 
No vídeo de intenção de oração para este mês, Francisco traz a preocupação de que a robótica e a inteligência artificial possam aumentar as desigualdades, interrompendo um “progresso real” da humanidade. Por isso, o Papa pede que rezemos para que os avanços tecnológicas, assim como tornam um mundo melhor para se viver, estejam “vinculados ao bem comum" e orientados para “o respeito pela dignidade” das pessoas. Enfim, “rezar para que o progresso seja sempre humano”, concluiu o Pe. Frédéric Fornos.

Andressa Collet – Vatican News

“A inteligência artificial está na raiz da mudança de época que estamos a viver. A robótica pode tornar possível um mundo melhor se estiver unida ao bem comum. Porque se o progresso tecnológico aumenta as desigualdades, não é um progresso real. Os avanços futuros devem estar orientados para o respeito pela dignidade da pessoa e da Criação. Rezemos para que o progresso da robótica e da inteligência artificial esteja sempre a serviço do ser humano... podemos dizer, que ‘seja humano’.”

No vídeo de intenção de oração para o mês de novembro, o Papa Francisco reforça a necessidade de que os avanços tecnológicos sejam orientados pelo bem comum de todos. Na mensagem, o Pontífice traz a preocupação de que a robótica e a inteligência artificial possam aumentar as desigualdades, interrompendo um “progresso real” da humanidade. Assim, confia a toda Igreja Católica por meio da Rede Mundial de Oração do Papa, orações para que, no meio à mudança histórica pela qual vivemos, o progresso tecnológico esteja sempre “a serviço do ser humano”, respeitando a sua dignidade e zelando pela Criação.

Entendendo a Inteligência Artificial

Não é novidade que, nos últimos anos, a Inteligência Artificial (IA) avançou de forma exponencial em diferentes áreas do conhecimento. Na sua essência, ela permite que sistemas simulem uma inteligência similar à humana, que tomam decisões de forma independente na base a uma infinidade de dados digitais. Atualmente, 37% das organizações no mundo implementaram as chamadas “máquinas inteligentes” de alguma forma, um aumento de 270% nos últimos 4 anos. A inteligência artificial, assim, faz parte de uma nova onda que os economistas chamam de quarta revolução industrial, marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas.

As tecnologias pelo bem comum

O Papa Francisco esclarece que este avanço, como o da robótica, "pode ​​ tornar possível um mundo melhor se estiver vinculado ao bem comum", porque a inteligência artificial é capaz de resolver muitas questões que tenham o ser humano como centro, como por exemplo: avaliar a capacidade de aprendizagem dos alunos para detetar oportunidades de melhoria; ajudar pessoas com deficiência visual ou auditiva a desenvolver melhores ferramentas de comunicação (como conversão de texto na fala ou tradução de fala em texto); ou ainda agilizar a coleta, o processamento e a disseminação de dados e informações de saúde para melhorar o diagnóstico e o tratamento dos pacientes, especialmente aqueles que vivem em áreas remotas.

O mesmo acontece no campo da ecologia. Graças à inteligência artificial é possível analisar dados sobre as mudanças climáticas e desenvolver modelos que podem ajudar a prever desastres naturais. Também serve para criar cidades inteligentes e sustentáveis, reduzindo gastos urbanos, melhorando a resiliência das estradas e aumentando a eficiência energética, por exemplo. No Vídeo do Papa, que ganhou apoio do Instituto Italiano de Tecnologia e da empresa multinacional de energia, a ENEL, as imagens mostram possibilidades de usar o progresso para o bem comum.

Ao serviço do ser humano

O engenheiro Francesco Starace, CEO da Enel, comenta que, “como o Papa Francisco reafirma, é tarefa nossa garantir que os benefícios resultantes sejam distribuídos de forma equitativa e gerem oportunidades e bem-estar. Para nortear positivamente as nossas ações e escolhas em relação ao presente e ao futuro, é necessário colocar o respeito às pessoas e ao meio ambiente em primeiro lugar, adotando uma visão baseada na sustentabilidade”.

Já o Pe. Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, observa que “esta intenção de oração reforça a ideia de que o benefício que a humanidade obteve (e continuará a obter) com o progresso tecnológico deve contemplar sempre, também um 'desenvolvimento adequado de responsabilidades e valores'. Assim afirmava o Papa nas encíclicas Laudato si’ e, agora, na Fratelli tutti: ‘Como seria bom se, ao aumento das inovações científicas e tecnológicas, correspondessem também uma equidade e uma inclusão social cada vez maiores!'”, disse o diretor, que finalizou:

“Sabemos que a inteligência artificial, a robótica e outras tecnologias abrem grandes desafios para a ética e a justiça social. É por isso que o mais recente pedido do Papa é importante: rezar para que o progresso seja sempre humano.”

Vatican News

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Francisco: a oração preserverante produz uma transformação progressiva

 

NOTA: Se estiver a utilizar o seu TELEMÓVEL, o acesso ao VIDEO contido nesta página, apenas será possível se seguir as instruções indicadas AQUI

A oração é o leme que guia a rota de Jesus

Segundo Francisco, “na vida de Jesus existe um segredo, escondido aos olhos humanos, que representa o ponto fulcral de tudo. A oração de Jesus é uma realidade misteriosa, da qual só intuímos algo, mas que permite ler toda a sua missão na justa perspetiva. Naquelas horas solitárias, antes do amanhecer ou de madrugada, Jesus mergulha na sua intimidade com o Pai, ou seja, no Amor do qual toda a alma tem sede. É isto que sobressai dos primeiros dias do seu ministério público. Jesus vai sempre além, vai além na oração com o Pai, vai além nos povoados, a outros horizontes para pregar a outros povos”.

A oração é o leme que guia a rota de Jesus. Não é o sucesso, não é o consentimento, não é aquela frase sedutora “todos te procuram”, que ditam as etapas da sua missão. É o modo menos confortável que traça o caminho de Jesus, mas que obedece à inspiração do Pai, que Jesus ouve e acolhe na sua prece solitária.

A partir do exemplo de Jesus, podemos obter algumas características da oração cristã. A primeira, é que a oração é o primeiro desejo do dia, algo que  se pratica ao amanhecer, antes que o mundo desperte.

A oração é escuta e encontro com Deus

Segundo o Papa, “um dia vivido sem oração corre o risco de se transformar numa experiência aborrecida ou de tédio: tudo o que nos acontece poderia transformar-se para nós num destino mal suportado e cego. Jesus, ao contrário, educa a obediência à realidade e, portanto, à escuta”. A seguir, Francisco acrescentou:

A oração é, antes de mais nada, escuta e encontro com Deus. Os problemas da vida quotidiana não se tornam obstáculos, mas apelos do próprio Deus a ouvir e encontrar quantos estão à nossa frente. Assim, as provações da vida transformam-se em ocasiões para crescer na fé e na caridade. O caminho diário, incluindo as dificuldades, adquire a perspetiva de uma “vocação”. A oração tem o poder de transformar em bem o que de outra forma seria uma condenação na vida; tem o poder de abrir um grande horizonte para a mente e de alargar o coração.

A segunda característica é que “a oração é uma arte a praticar com insistência. Todos somos capazes de orações episódicas, que nascem da emoção de um momento; mas Jesus educa-nos a outro tipo de oração: aquela que conhece uma disciplina, um exercício e é assumida no âmbito de uma regra de vida. A oração perseverante produz uma transformação progressiva, fortalece em tempos de tribulação, concede a graça de ser amparados por Aquele que nos ama e nos protege sempre”.

A oração é abandonar-mo-nos nas mãos do Pai

A terceira “característica da oração de Jesus é a solidão”, disse o Papa. “Quem reza não foge do mundo, mas prefere lugares desertos. Ali, no silêncio, podem surgir muitas vozes o que escondemos no íntimo: os desejos mais afastados, as verdades que nos obstinamos a sufocar. E, acima de tudo, Deus fala no silêncio. Cada pessoa precisa de um espaço para si, onde cultivar a sua vida interior, onde as ações têm sentido".

“Sem vida interior tornam-mo-nos superficiais, agitados, ansiosos; a ansiedade faz-nos mal. Devemos buscar a oração. Sem vida interior fugimos da realidade e também fugimos de nós mesmos. Somos homens e mulheres sempre em fuga.”

A quarta característica da oração de Jesus é que ela “é o lugar onde percebemos que tudo vem de Deus e para Ele retorna. Por vezes, nós, seres humanos, acreditamos que somos senhores de tudo ou, caso contrário, perdemos toda a autoestima. Vamos de um lugar para outro. A oração ajuda-nos a encontrar a correta dimensão na relação com Deus, nosso Pai, e com toda a criação”.

Por fim, “a oração de Jesus é abandonar-mi-nos nas mãos do Pai. Como Jesus no Horto das Oliveiras, naquela angústia: “Pai, se é possível que isto passe. Mas seja feita a tua vontade”. “O abandono nas mãos do Pai. É bonito quando estamos agitados e procuramos a oração e o Espírito Santo nos transforma por dentro e nos faz abandonar nas mãos do Pai. Pai, que seja feita a tua vontade”, concluiu Francisco.

Vatican News

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Horário da Eucaristia

 
 
 

Pandemia - Comunicado do CEP sobre a suspensão da celebração "pública" da Eucaristia

1. Tendo consciência da extrema gravidade da situação pandémica que estamos a viver no nosso País, consideramos que é um imperativo moral para todos os cidadãos, e particularmente para os cristãos, ter o máximo de precauções sanitárias para evitar contágios, contribuindo para ultrapassar esta situação.

2. Nesse sentido, embora lamentando fazê-lo, a Conferência Episcopal Portuguesa determina a suspensão da celebração “pública” da Eucaristia a partir de 23 de janeiro de 2021, bem como a suspensão de catequeses e outras atividades pastorais que impliquem contacto, até novas orientações. As Dioceses das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira darão orientações próprias.

3. Estas medidas devem ser complementadas com as possíveis ofertas celebrativas, transmitidas em direto por via digital.

4. As exéquias cristãs devem ser celebradas de acordo com as orientações da Conferência Episcopal de 8 de maio de 2020 e das autoridades competentes.

5. Exprimimos especial consideração, estima e gratidão a quantos, na linha da frente dos hospitais e em todo o sistema de saúde, continuam a lutar com extrema dedicação para salvar as vidas em risco. Que Deus abençoe este inestimável testemunho de humanidade e generosidade e que eles possam contar com a solidariedade coerente e responsável de todos os cidadãos, a fim de que, com a colaboração de todos, possamos superar esta gravíssima crise e construir um mundo mais solidário, fraterno e responsável.

6. Pedimos que, a nível individual, nas famílias e nas comunidades, se mantenha uma atitude de constante oração a Deus pelas vítimas mortais da pandemia, pedindo ao Senhor da Vida que os acolha nos seus braços misericordiosos, e manifestamos o nosso apoio fraterno aos seus familiares em luto.


Lisboa, 21 de janeiro de 2021